Fornecimento de Medicamentos pelo Estado ao Cidadão
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O dia começa!
Acordar de manhã cedo para uma audiência, tomar um banho e colocar as vestimentas apertadas, às vezes nem tempo para se sentar a mesa e tomar um café se tem.
Reunião com cliente, cliente exigentes. Problemas com a impressora. Preparar defesas, pedir recursos. Duas trabalhistas de manhã, sorte que é no mesmo fórum. Mais um cível a tarde na cidade ao lado. Responder clientes no WhatsApp. Entrar em contato com advogado do executado porque o réu não efetuou o pagamento.
E quantos clientes que também não pagam os honorários? Não são poucos.
Lê o novo Código de Processos que mudou. Lê artigos sobre o que mudou no Código de Processos. Pesquisa o mestrado. Se inscreve em palestras e seminários. Tem uma cliente as 18h, mas o escritório fecha às 18h, vai chegar tarde em casa. Novamente passará menos tempo com a família.
Foi apenas mais um dia.
Quanto mais o tempo passa, de fato o Advogado vai ficando mais controlado em alguns aspectos, reflexivo noutros, mais estudioso, experiente, enchendo a mente de informações. As muitas atividades fazem com que ele cresça, evolua e avance em sua trajetória profissional.
É aí que mora o perigo!
Muitos profissionais, na realização das efêmeras conquistas, correm demais, aceleram e esquecem que o corpo necessita de descanso e de cuidados, e depois encontram-se doentes. E na maioria das vezes o corpo dá sinais de que algo não está indo bem: palpitações, cansaço persistente, insônia, mudanças de peso, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar, dores musculares, e muitas vezes chegando a doenças mais sérias como depressão e ansiedade.
De acordo com um estudo feito em 2016 pela American Bar Association – Commission on Lawyer Assistance Programs (Associação Nacional de Advogados no Estados Unidos, através de sua comissão de Programas de Assistência aos Advogados) juntamente com a Hazelden Betty Ford Foundation, que entrevistou mais de 13.000 profissionais de 19 diferentes estados, 28% dos entrevistados sofriam com algum grau de depressão, 23% com estresse e 19% com ansiedade.
Os advogados estão mais perto desses ameaçadores inimigos do que imaginam, e que impactam a vida de forma avassaladora.
É preciso desacelerar e respeitar os limites.
Mas o que fazer? Se há um exagero de informações que os advogados precisam assimilar, há constantes atualizações, há muitos compromissos.
Gostou das nossas dicas ou tem algo a compartilhar aqui com a gente?
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Publicado por Vieira Xavier Advogados Associados — Montes Claros/MG. Conteúdo informativo: não substitui a análise do seu caso concreto por um advogado.

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